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15 de agosto de 2022

Programa de produção audiovisual capacita jovens em situação de vulnerabilidade social em São Gonçalo do Amarante, Ceará

Realizado a partir da Lei de Incentivo à Cultura, o projeto “Se Essa Tela Fosse Minha” irá atender a 60 jovens com aulas que unem aprendizado técnico, valorização da identidade regional e resgate de tradições da cultura local

Começa na próxima terça-feira (16), em São Gonçalo do Amarante, município da região metropolitana de Fortaleza, o projeto Se Essa Tela Fosse Minha, voltado a oferecer capacitação técnica na área de produção audiovisual para jovens em situação de vulnerabilidade social. Com patrocínio da Eneva, idealização e execução da Fundação Alphaville e realização da Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo (pela Lei de Incentivo à Cultura), o programa tem foco no preparo dos participantes para atuarem profissionalmente no mercado do audiovisual – que apresenta boa demanda de crescimento na região -, ao mesmo tempo em que promove o fortalecimento da identidade regional e o resgate de tradições e da cultura local.

Conforme explica Graça Rodrigues, especialista de projetos sociais da Fundação Alphaville, o Se Essa Tela Fosse Minha terá, nesta realização de estreia, participação de 60 jovens e as aulas serão realizadas no espaço de uma creche municipal, totalmente adaptado ao perfil do projeto. “Escolhemos um local que seja de fácil acesso aos jovens, que residem nas três comunidades selecionadas pelos líderes comunitários para participar do programa, que são Acende Candeia de Baixo, Acende Candeia de Cima e Comunidade Bolso”, conta Graça.

O programa está formatado com 3h diárias de aulas, de segunda a sexta-feira, e os alunos serão divididos em quatro turmas, cada uma com 15 jovens. A duração do projeto é de um ano, com realização em dois períodos: agosto a dezembro de 2022 e janeiro a julho de 2023. O planejamento prevê aulas teóricas e práticas, num total de 72 horas de atividade. As duas primeiras turmas começam dia 16 de agosto e seguem até dezembro. As outras duas turmas iniciam em janeiro/23 e seguem até julho.

“Apoiar projetos que impactem positivamente as comunidades do entorno das nossas operações, agregando valor à vida das pessoas, faz parte do jeito de ser da Eneva. Acreditamos que o desenvolvimento nessas localidades precisa estar sempre acompanhado de práticas sustentáveis e de responsabilidade social”, afirma a gerente de ESG (sigla em inglês para Meio Ambiente, Social e Governança) da Eneva, Aline Louise.

Exibição

A parte prática do Se Essa Tela Fosse Minha será a produção de oito mini documentários – dois por turma -, onde os jovens poderão desenvolver e treinar seus olhares audiovisuais a partir do foco em suas histórias locais, de suas comunidades e seus personagens. Os produtos finais terão exibições gratuitas em dezembro de 2022 e em julho de 2023, em seis diferentes locais, que serão definidos pela Eneva, pela comunidade e pela Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. “No total, os documentários terão 12 exibições. Isso é muito importante para que a comunidade e os parceiros envolvidos tenham esse retorno do programa e, principalmente, para servir como validação de empoderamento profissional aos jovens participantes”, salienta Graça Rodrigues.

Além do aprendizado técnico, os jovens farão quatro passeios a espaços culturais. “A Fundação Alphaville atua focada em estimular o protagonismo das pessoas que vivem em determinados territórios de desfavorecimento social, econômico, cultural e ambiental, a partir da metodologia de fortalecer o poder que essas populações têm para transformar seus espaços pessoais e comunitários. Nesse contexto, o programa Se Essa Tela Fosse Minha cumpre essa proposta ao capacitar jovens para serem autores de novos projetos pessoais de sucesso e, por meio deles, impactar positivamente suas comunidades. Estamos felizes em fazer parte desse movimento em São Gonçalo do Amarante”, sublinha Aline Oliveira, gerente de Sustentabilidade da Fundação.